Como encarar os familiares das vítimas do desastre aéreo da TAM?
Nada que nosso presidente diga em horário nobre vai convencer a população nessa altura. Vaiado, tenta se desvencilhar das acusações nesse tiroteio político que eles se meteram.
O caos não está nos ares.
As vidas humanas não passam agora de estatísticas, quando na verdade, quem morreu foi aquele que gostava de arroz com feijão. Morreu aquela que adorava caminhar na praia. Aquele que levaria o irmão ao Maracanã. Aquela que choraria de felicidade ao ver seu filho se formando na faculdade.
E nesse jogo, os suspeitos são variados. A TAM, o piloto, o aeroporto, o governo, a montadora do avião.
O que importa encontrar um culpado?
Importa encontrar uma solução, que tire de risco as milhares de vidas que se encontram sob e sobre o céu brasileiro.
Importa iniciar as reformas.
Importa se importar.
terça-feira, 24 de julho de 2007
domingo, 1 de julho de 2007
Sobre o começo do fim
Analisando por outro lado, eu já poderia ter previsto que iria acontecer tudo novamente. Porém, a capacidade de viver como se fosse a primeira vez me é dada de forma inexplicável. São clichês tão agradáveis no início que pouco importa o previsível final. Assim, entrará agora um tempo de angústia e preparação. Análise e observação do que não me foi permitido experimentar. Suas atitudes me traem, indiferentes ao que te cerca. Será que algum dia você estará ao meu lado da mesma forma que eu estou ao teu?
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